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Naming: entenda o que é e como fazer

Atualizado: 20 de ago. de 2021



Você pensa em abrir uma empresa? Iniciou algum negócio recentemente? Tem vontade de tirar uma ideia do papel?


Se a resposta foi sim para alguma dessas perguntas, então certamente você já teve dúvidas sobre o nome do seu negócio. E ter essas dúvidas é natural - e até um bom sinal.


A escolha do nome precisa dizer algo, ter um sentido, ajudar a contar uma história. Se não fizer sentido, é muito mais difícil que as pessoas criem conexões sobre a personalidade da sua empresa, o que ela faz, quem são as pessoas que estão por trás.


Parece simples, mas quem empreendeu ou está empreendo sabe que nem sempre o processo é fácil. O nome é a mensagem mais difundida sobre uma marca, por isso precisa ser desenvolvido com comprometimento. Bom, é basicamente isso que o trabalho de naming faz.


A tradução do termo “naming” significa, literalmente, nomear. De forma bem simples, é o processo de criação de nomes para marcas, a partir da análise de fatores internos e externos; da identificação do mercado que se planeja obter e da análise do público-alvo da marca.


Tudo isso para fazer com que o nome da marca seja coerente e original diante da concorrência.


Como fazer o naming?


Uma das primeiras coisas que aconselhamos quem vai fazer um processo de naming pela primeira vez é organizar os diferentes tipos de processo. São eles:


Descritivos


Aqueles que indicam o que a empresa, produto ou serviço é ou faz, de forma que as pessoas associam imediatamente o nome à atividade.


Ex.: Banco do Brasil, Museu de Arte de São Paulo.


Experiência


Quando o nome recorre aos sentimentos e expectativas que a marca proporciona no cliente.


Ex.: Natura (remete à experiência de usar algo natural).


Inventados


É o nome literalmente inventado para representar uma marca. O lado positivo é que acaba sendo um nome único, Por outro lado, não tem um significado específico.


Ex.; Kodak (uma palavra inventada para soar bem em qualquer idioma).


Metafóricos


São nomes que revelam a natureza dos negócios indiretamente, de forma não literal.


Ex.: Estúdio Telescópio (fazemos uma metáfora ao fato poder de enxergar longe e de ampliar a realidade e Jaguar (a empresa usa a metáfora de imponência, força e agilidade do animal).


Toponímicos


Os nomes que fazem referência direta ao local de origem da empresa ou produto.


Ex.: New York Times, Folha de São Paulo, Nokia (Nokia é uma cidade finlandesa)


Patronímicos


Aqueles baseados nos nomes ou sobrenomes das pessoas.


Ex.: Zaffari, Disney e Ferrari.


Composto


Quando o nome é fruto de uma junção de duas ou mais palavras.


Ex.: Gatorade (é a fusão das palavras Gator e Aid, que significa “apoio aos Gators”, um incentivo ao time de futebol americano da Universidade da Flórida).


Abreviação


Quando o nome é a abreviação de uma outra palavra, ou ainda a abreviação do seu próprio nome original, de forma a valorizar a sonoridade.


Ex.: Intel (a empresa de tecnologia usa a redução da palavra “intelligence” que significa inteligência”) e BRADESCO (Banco Brasileiro de Descontos).


Sugestivos


São os nomes que despertam a ideia ou lembrança de algo.


Ex.: Antarctica (nome que sugere que a bebida está sempre gelada).


Siglas


Quando o nome é uma espécie de abreviação, um recurso bastante utilizado.

Ex.: SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), LG (Life’s Good) Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica).


Viu quantos caminhos diferentes o processo de naming pode levar? Esperamos que vocês tenham gostado de conhecer um pouco deste universo!

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